terça-feira, 15 de março de 2011

O primeiro contato físico!

A curiosidade em vê-la, após o nascimento era grande. Quando olhei de longe aquele bercinho percebi que o emfermeiro estacionaria minha cama ao lado, e antes da cama encostar na parede estava eu procurando os olhinhos da Flor. O que vi foram os dedinhos na boca quase sendo engolidos por ela.

Ela já sabia mamar, pensei!

Carregar um bebê, amamentar, é uma coisa que o homem jamais saberá o que é. Bom para eles porque de dez homens, nove morreriam durante ou após o parto. Não pelo "desgaste" fisíco, mas pela bomba emocional que explode dentro da gente quando percebemos que somos mães. Que me perdoem os homens, mas eles não dão conta de uma gripe, quem dirá de uma parto.

Mas longe de mim traçar aqui um dezena de comparações entre homens e mulheres e tranformar esse texto em um protesto feminista. Não é esse o foco. O foco está na primeira vez em que vi a Flor. Não vou dizer que nos vimos, porque eu acho sinceramente que ela não me viu, mas eu a vi e amei.

Enfim, não há sentimentos que sustentem o que eu senti e venho sentindo todos esses meses após seu nascimento, e agora com 5 meses ela me vê, e como vê!

O nome !

Achei prudente reservar um post para o nome. Não dei esse nome a minha filha por causa da atriz que faz a Aline do seriado da Globo e que também se chama Maria Flor. Acho que a escolha foi por algo mais sublime. Pensei no melhor das Marias e Flores espalhadas  por aí e antes mesmo de me pegar prenha (amo esse termo), dizia que quando tivesse uma filha a chamaria de Maria Flor e assim foi. Sem objeção do pai da criança nasceu a Maria Flor, concebida com muito amor, depois claro, do susto de saber que estava grávida.

As vezes penso que os pais deveriam dar nomes provisórios a seus filhos, pois caso estes não gostem de seus nomes possam livremente muda-lo. Espero que a Maria Flor goste do nome dela, mas se não gostar, fazer o que. Na verdade além da questão sublime da escolha do nome, pensei também na questão artística. Caso ela queira ser uma cantora, não precisará quebrar a cabeça para pensar num nome artístico. Mas inda esses dias descobri o quão doloroso é criar expectativas em relação às atitudes dos outros, inda mais dos filhos.

Por isso, embora a Maria Flor não possa escolher seu nome, poderá escolher sua carreira e as muitas coisas que surgirão em sua vida. Prometo não exercer influência sobre suas decisões. Mas saibam que o melhores estimulos ela terá.

quarta-feira, 9 de março de 2011

o Início!

Pulemos a parte da concepção! Talvez seja melhor esquecer. Não porque não tenha sido boa, mas porque não existe mais. Bem a Flor nasceu dia 08 de outubro de 2010. Até comecei um outro blog para dizer das mudanças e gracejos de minha pequena, no entanto, não por falta de me importar, mas pelo único motivo de ter a cabeça cheia de números e senhas para decorar, foi que esqueci a senha do tal blog. Mas não sou, assim, tão desnaturada. Tenho aqui em minha mente, essa mesma cheia de senhas, números, afazeres, cada mudança vivida pela Flor. Esta que cultivo todos os dias.