Achei prudente reservar um post para o nome. Não dei esse nome a minha filha por causa da atriz que faz a Aline do seriado da Globo e que também se chama Maria Flor. Acho que a escolha foi por algo mais sublime. Pensei no melhor das Marias e Flores espalhadas por aí e antes mesmo de me pegar prenha (amo esse termo), dizia que quando tivesse uma filha a chamaria de Maria Flor e assim foi. Sem objeção do pai da criança nasceu a Maria Flor, concebida com muito amor, depois claro, do susto de saber que estava grávida.
As vezes penso que os pais deveriam dar nomes provisórios a seus filhos, pois caso estes não gostem de seus nomes possam livremente muda-lo. Espero que a Maria Flor goste do nome dela, mas se não gostar, fazer o que. Na verdade além da questão sublime da escolha do nome, pensei também na questão artística. Caso ela queira ser uma cantora, não precisará quebrar a cabeça para pensar num nome artístico. Mas inda esses dias descobri o quão doloroso é criar expectativas em relação às atitudes dos outros, inda mais dos filhos.
Por isso, embora a Maria Flor não possa escolher seu nome, poderá escolher sua carreira e as muitas coisas que surgirão em sua vida. Prometo não exercer influência sobre suas decisões. Mas saibam que o melhores estimulos ela terá.
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